domingo, 22 de março de 2026

VIAGEM FOZ - CURITIBA/VILA VELHA - SÃO PAULO

Havia tempo me cobrava ir a uma icônica cidade turística brasileira que nunca visitara: Foz do Iguaçu, ou simplesmente Foz.

Foz abriga 20% das belíssimas Cataratas do Iguaçu, um deslumbrante ponto turístico compartilhado com a Argentina. Pois bem, dia 21/02/2026 iniciou-se a viagem rumo a saldar esta dívida com o tradicionalíssimo cenário e aproveitar para adicionar outras coisas.

Saímos de Salvador em um voo LATAM no sábado 21 pela manhã, bem cedo, com escala em São Paulo e chegamos à Foz na tarde deste dia.

A LATAM é uma companhia aérea que cobra qualquer escolha que o passageiro queira fazer. Assentos só podem ser escolhidos mediante pagamento, caso contrário temos que aceitar os assentos “aleatoriamente selecionados” pela LATAM. Um aleatório muito estranho, pois nessa opção sempre terminamos no fundo do avião em uma poltrona do meio. Bom, mas como o país tem, praticamente, apenas 3 empresas, não há muito o que fazer senão pagar ou se apertar. O alardeado sistema automático de check in e despacho de bagagem simplesmente não funciona, sempre precisa, ainda bem, de um funcionário humano para concluir as tarefas que a empresa tenta desesperadamente jogar no colo dos passageiros.

Em Foz nos hospedamos no Hotel Bogari, bem no centro da cidade, limpo, confortável e com um excelente pessoal. Recomendamos muito. Nesse dia não havia programação andamos pela cidade, paramos em um restaurante para comer algo. Um pequeno restaurante árabe, nada impressionante, mas uma comida suficiente para matar a fome. Depois fomos para o hotel descansar, o dia seguinte iniciaria nossa maratona turística.

Nosso pacote de viagem, que não se limitou à Foz, também Vila Velha, Curitiba e São Paulo foi trabalho da BVR OPERADORA de Recife, uma empresa familiar, competente e precisa, que muito recomendo.

Para nos atender em Foz, a BVR contratou a operadora NEWMANN, que nos atendeu na pessoa do guia Sr José Molinus de Vargas, o Vargas.

Primeiro dia, 22/02/2026

O trabalho do Vargas foi impecável, no dia 22 de fevereiro, no horário combinado ele chegou ao hotel para nos levar ao primeiro ponto turístico: o Parque das Aves. Importante dizer que o seu trabalho começou antes disso, nos contatando por whatsapp a fim de acertar os horários de apanhas no hotel e detalhes dos passeios.

O Parque das Aves é um grande viveiro de imersão onde podemos observar mais de 100 espécies de aves, todas acolhidas como animais resgatados. Algumas conseguem ser devolvidas à natureza, outras não. A visita é maravilhosa, vale muito a pena.

No mesmo dia fomos ao Parque Nacional Cataratas do Iguaçu conhecer a visão, desde o território brasileiro, das Cataratas do Iguaçu. Ao contrário do que eu imaginava as cataratas não são a foz do rio Iguaçu, elas ficam uns 20 km antes do encontro dos rios onde fica o Marco das 3 Fronteiras. Nada que escutei sobre a beleza das Cataratas tem uma grama exagero, pelo contrário, me deslumbrei muito mais que imaginava. Fomos informados pelo Vargas que tivemos sorte com o volume de água, havia uma previsão para redução deste volume uns 2 dias para frente. Essa previsão pode parecer estranha, mas é isso mesmo, o volume de água que chega às cataratas não depende apenas da natureza, mas também da vontade da hidrelétrica de Itaipu. Pouca água não é bom, deixa as quedas pobres, água demais, por sua vez, também não é ideal, pois perde-se os detalhes das várias quedas, além do que alguns acessos ficam restritos.

Fizemos o imperdível passeio pelo rio com o Macuco Safari. Lindo e divertido, vá preparado para se molhar completamente.

O dia foi maravilhoso, chegamos ao hotel já no fim da tarde, onde o Vargas nos avisou que no dia seguinte sairíamos 1 hora antes do previsto. Isso é uma decisão acertada que depende da habilidade do guia. Abaixo explicarei. Ainda tivemos tempo de assistir o show no Marco das 3 Fronteiras, é um programa que vale a pena, o cenário é interessante, tem-se uma visão dos 3 países e do encontro dos rios. Terminamos a noite no movimentado Capitão Bar. Esperávamos escutar jazz, descobrimos que apenas às quartas-feiras tem jazz, fora isso é sertanejo. Pelo menos o sertanejo era razoável, era música e não apenas uma gritaria de 4 acordes,

Segundo dia, 23/02/2026.

Neste dia, o Vargas nos apanhou no hotel às 7h15, ele queria 7h00, negociamos 15 minutos a mais. Essa antecipação deve-se a 2 fatores: primeiro a burocracia na fronteira com a Argentina, segundo a necessidade de chegar cedo ao parque para conseguir acesso às várias plataformas para fotografia. Com o avançar da hora a multidão cresce exponencialmente e tudo fica muito difícil. O parque do lado argentino é muito grande, a circulação é feita por um pequeno trem que opera em estilo shuttle, as passarelas sobre o rio são muito longas. É importante apanhar um dos primeiros trens. Passa-se o dia inteiro para visitar o parque das cachoeiras no lado argentino

Graças a experiência do Vargas chegamos cedo, pegamos o segundo trem e tivemos espaço para tirar fotos confortavelmente.

Existe um debate sobre a visão mais bonita, Brasil ou Argentina. Não entre nessa! É um debate absolutamente vazio de conteúdo e propósito, os 2 lados são imperdíveis.

À noite jantamos no restaurante Le Mir Comida Árabe, indicado pelo Vargas, delicioso. Aqui cabe uma informação: Foz do Iguaçu tem a segunda maior colônia árabe do Brasi, a primeira é São Paulo. A cidade é cheia de restaurantes e cafeterias árabes. Na avenida Brasil onde fica o hotel tem umas 4 ou 5. A Sabor do Oriente fica bem em frente ao hotel, fomos lá algumas vezes comer doces e tomar chá.

Terceiro dia, 24/02/2026.

Na terça-feira fomos conhecer as Minas Wanda e as Ruínas de San Ignacio na Argentina. Esse passeio não foi organizado pela BV OPERADORA, ela apenas nos deu uma dica de uma empresa onde poderíamos comprar ingressos. Isso ocorreu pelo fato da sua parceira, NEWMANN, fazer este tour apenas na opção privado, que é muito caro. Depois que fizemos o passeio com o tour regular, entendemos a limitação imposta pela NEWMANN.

O ônibus passou no hotel às 7h00, depois de rodarmos por uma hora coletando outros passageiros, chegamos à fronteira com a argentina às 8h00, de onde só saímos às 9h00, para então iniciar a viagem de 250km até as ruínas com uma parada no caminho para conhecer as Minas Wanda. Por volta das 14h00 chegamos ao destino, fomos almoçar, para finalmente entrarmos no sítio histórico das ruínas.

As ruínas de San Ignacio são, sem qualquer sombra de dúvidas, interessantes. O guia nos deu uma excelente aula sobre a formação, operação e finalmente a destruição das missões jesuíticas, das quais San Ignacio é uma das mais conservadas, apesar de muito destruída. O problema é o tempo de deslocamento desde Foz, até San Ignacio, que somado a burocracia na fronteira Argentina torna o passeio terrivelmente cansativo. Retornamos ao hotel depois das 22h00, fomos na cafeteria em frente comer algo e voltamos para dormir. Por isso a NEWMANN só faz privado, dessa forma podemos chegar à fronteira mais cedo, e a burocracia para carro é bem menor que para ônibus. A partir de Foz, visitar San Ignacio só vale a pena se você for um apaixonado pelo tema.

Quarto dia 25/02/2026.

Não tínhamos programa agendado para a quinta feira e não queríamos entrar em um tour de compras, que é o que mais tem. O problema é que sai do hotel pela manhã e só retorna no fim da tarde. Não queríamos passar o dia todo de shopping em shopping. Nos informamos no hotel que para ir a Ciudad del Leste basta pegar um UBER até a Ponte Internacional, atravessá-la a pé e já está praticamente dentro de um shopping. Nos informamos com o Vargas sobre locais seguros para comprar, ele nos indicou lojas, assim como alguns cuidados necessários. O pessoal do hotel nos deu a mesma orientação. Fizemos isso, saímos do hotel sem pressa nem horário marcado, chegamos na ponte, atravessamos, compramos as poucas coisas que queríamos, e por volta das 14h00 já estávamos de volta. Fomos almoçar em um excelente restaurante japonês, o Sushi Hokkai.

À noite conhecemos a 277 Craft Beer Fábrica-bar. Deliciosas cervejas de fabricação própria em um ambiente agradabilíssimo.

Quinto dia 26/02/2026.

Foi quando deixamos Foz em um voo para Curitiba. Por volta das 15h30 estávamos instalados no Hotel Saint Emilion by Atlântica. Muito bem localizado, confortável, limpo e uma excelente equipe. Recomendamos.

Passeamos pelos arredores do hotel, almoçamos por perto e voltamos para descansar.

À noite fomos ao Dizzy Café Concerto. Um maravilhoso bar de Jazz, muito bonito, bem decorado, mesas muito bem colocadas em relação ao palco e uma perfeita iluminação. Nesta noite, por ser quinta feira, havia a apresentação de um grupo de salsa, formado por cubanos e brasileiros, El Merekumbé . O cantor veio falar conosco, nos disse ser filho de uma brasileira que fugiu para Cuba na época do golpe militar, foi recebida por Fidel Castro. O pai cubano é o pianista da banda. Só eu mesmo: achar um bar de esquerda em Curitiba, estava em casa. Noite maravilhosa.

Sexto dia 27/02/2026.

Alugamos um carro e fomos conhecer o Parque Vila Velha na cidade de Ponta Grossa. A viagem é super tranquila, pista dupla todo tempo e o GPS funciona perfeitamente levando o carro até o centro de visitantes do parque.

O parque tem ônibus circulando nas estradas internas, apenas eles são autorizados a isso, que saem do centro em horários regulares com paradas ao longo do percurso.

O Parque Vila Velha tem 2 circuitos, os arenitos e as furnas. Fomos primeiro para os arenitos que é, de longe, o mais interessante. O ônibus nos deixa em uma parada onde um funcionário explica as opções de trilha: metade ou completa. Metade vê-se as esculturas a inteira as esculturas e um bosque. Fizemos a trilha completa. É uma trilha perfeitamente organizada, inteiramente calçada e bem sinalizada.

Depois fizemos as furnas, que é interessante, mas bem menos que os arenitos. É bom para quem gosta de arborismo e tirolesa, não é o nosso caso.

Indo a Curitiba não deixe de visitar o Parque de Vila Velha.

À noite retornamos ao Dizzy, dessa vez assistimos um maravilhoso show de jazz com o pianista Bernardo Manita e banda. Indo a Curitiba não deixe de conhecer este bar.

Sétimo dia 28/06/2026

Aproveitamos para passear pelas ruas de Curitiba indo a pé até o Mercado Municipal de Curitiba. É um mercado onde se encontra de tudo, também tem área de alimentação, uma versão menor dos mercados de São Paulo e BH. Muito legal! Almoçamos por lá: peixe e carneiro. Na volta paramos na Confeitaria Holandesa atraídos pela beleza, pessoas na porta e pelo aroma. Tivemos que esperar uma mesa, mas valeu muito a pena saborear as deliciosas tarteletes de limão e morango.

À noite fomos na tradicional e movimentada Alameda Prudente de Moraes, era sábado e a rua estava literalmente uma festa. Escolhemos a Adega Prudente Cozinha e Bar. Comemos uma deliciosa burrata acompanhada de vinho.

Oitavo dia 01/03/2026

Partimos para São Paulo as 13h00 e em torno de 3 horas depois estávamos instalados no The Landmark Residence Flat, um hotel que já conhecemos e gostamos em todos os sentidos. Os quartos são na real pequenos apartamentos com sala quarto e uma minicozinha. Localização maravilhosa, quase esquina da Alameda Jaú com a rua Augusta.

Ir a são Paulo é praticamente fazer coisas que já conhecemos, gostamos e queremos repetir. No dia da chegada fomos almoçar no Maria Augusta RestoBar. Um ambiente muito agradável, comida deliciosa, bem perto do hotel. À noite fomos encontrar um amigo se salvador, que se mudou para lá, no Bar Queen

Nono dia 02/03/2026

O clima estava bom, sem chuva e temperatura amena. Fomos caminhando até a Liberdade e almoçamos em um típico restaurante japonês, coisa que sempre fazemos, adoramos comer Lamen.

À noite fomos à Asterix Cervejaria. Um bar que fica na Eugênio de Lima quase esquina com a Paulista, onde é servido um delicioso frango à passarinho e oferecido um cardápio com uma quantidade absurda de rótulos de cervejas e chopes artesanais e tradicionais.

Décimo dia 03/03/2026.

Pela manhã fomos ao MASP sempre vamos lá, porque sempre tem exposições temporárias novas. O MASP também tem novas coleções de longa duração na sua exposição Acervo em Transformação.

À noite fomos ao Blue Note - SP assistir a banda MusicMan Jazz no show "Tributo Jimmy Smith – Back At The Chicken Shack". Esse bar é imperdível, pessoal. Shows maravilhosos, drinks perfeitos, comida deliciosa, excelente serviço de pessoal em um ambiente bonito e aconchegante.

Décimo primeiro dia 04/03/2026

Na quarta feira pegamos um trem e fomos até Suzano conhecer o Templo Budista Jomyoji. Como a cidade é famosa pela imigração japonesa imaginamos encontrar algum restaurante japonês bem raiz, não encontramos, nem a IA achou. Voltamos para São Paulo e fomos almoçar no Bar Salve Jorge, que já conhecemos e gostamos muito. Um lugar com boa comida, bons drinks, bom atendimento e bem decorado. Almoçamos feijoada com caipirinha.

Á noite fomos ao Madeleine Jazz Bistrô. Esse não conhecíamos. A nossa ideia era voltar ao All of Jazz, mas estava em reforma. O que foi muito bom pois conhecemos um bar maravilhoso onde com certeza retornaremos.

Décimo segundo dia 05/03/2026

Pelo manhã fomos ao Ibirapuera conhecer um museu que nunca havíamos visitado, Museu Afro Brasil Emanoel Araujo. Recomendamos muitíssimo, um museu, grande, com um acervo muito rico.

À noite retornamos ao Bar Queen para um novo encontro com nosso amigo do domingo.

Décimo terceiro dia 06/03/2026.

Novamente caminhamos pela cidade, entramos no Mosteiro de São Bento e fomos até o Mercadão de São Paulo tomar chope e comer pastel.

Voltamos para o hotel e lá ficamos até o dia seguinte, alguma coisa não me fez bem e fiquei mal a noite toda, terrível.

Décimo quarto dia 07/03/2026

No sábado fomos almoçar em um restaurante que adoramos, Cantina do Piero. Meu amigo, quer comer uma comida italiana, em um ambiente italiano, uma massa divinamente italiana, até garçom com cara de italiano? Vá lá!

À noite começou a chover, então fomos em uma bar próximo do hotel, Savana Bar & Restaurante. A ideia era retornar ao Boteco Boa Praça na Alameda santos, um bar muito animado, sempre com boa música ao vivo diariamente. Mas estava fechado para um evento privado. Então atravessamos a rua e fomos no Savana. Pense outra coisa errada que deu certo. O Savana foi uma excelente descoberta, menor e mais calmo que o Boa Praça também com uma boa apresentação musical. Nessa noite fizemos uma nova amizade, uma senhora que mora em Portugal estava aqui a passeio, sozinha e hospedada no mesmo hotel, fomos todos para o Savana, uma ótima companhia.

Décimo quinto dia 08/03/2026

Domingo fomos almoçar com nossos sobrinhos no, sempre em nosso roteiro, Bar Brahma. Tarde maravilhosa, boa música, boa companhia, saudades sendo abraçadas. Uma coisa eu tenho que me corrigir com relação ao Bara Brahma: sempre fico na varanda. O bar tem mais 2 ambientes internos pelos quais apenas passo a caminho do toilette, corrigirei isso na próxima viagem.

À noite fomos jantar em restaurante já conhecido na rua Augusta o Athenas Restaurante. Comemos um prato listado no cardápio como mussaka. Estava bom, mas não era mussaka. Era uma carne moída com um pouco de beringela, temperada com canela, isso pode até parecer que sim, não compõe uma mussaka. Paciência.

No dia seguinte pegamos o voo para Salvador.

Fotos Foz do Igauçú

Fotos Curitiba/Vila Velha

Fotos São Paulo









 

domingo, 14 de setembro de 2025

Viagem Rio - Aniversário 70 anos.

Entre 15 e 28 de agosto de 2025, meu marido, José Luiz, e eu embarcamos em uma viagem para celebrar os seus 70 anos. O destino escolhido foi o litoral do estado do Rio de Janeiro. Estivemos em Niterói, Saquarema, Arraial do Cabo, Búzios, Paraty e por fim o Rio.

Primeira parada: Niterói - 15 a 17 de agosto.

Partimos do aeroporto de Salvador no dia 15/08, com destino ao Galeão de onde fomos diretamente para Niterói.

Nos hospedamos no Icaraí Praia Hotel. Muito bom e bem localizado na praia de Icaraí, recomendamos.

Na noite desse mesmo dia fomos encontrar um primo querido, Marcelo, e conhecemos alguns de seus amigos. Uma noite muito agradável no Império do Espeto. Bons drinks, cerveja gelado e espetinhos deliciosos.

No dia seguinte, 16/08, fomos caminhar pela orla de Icaraí. Visitamos o Museu de Arte Contemporânea e a Ilha de Boa Viagem. Nesta ilha encontram-se a Igreja de Boa Viagem e a Casa do Escoteiro, um antigo fortim que hoje abriga um pequeno museu. O acesso é feito por uma ponte exclusiva para pedestres, onde é possível a prática de várias atividades esportivas. A ilha oferece muitas vistas interessantes para fotos.

Em seguida fomos para a praia de Camboinhas, tomamos uma cerveja no Quiosque Tia Lúcia.

Meu primo, Marcelo, foi nos encontrar lá e nos levou até a praia de Itaipu, onde havia uma feirinha com barracas. Sentamos um pouco e tomamos cerveja antes de irmos para Itacoatiara. 

Em Itacoatiara assistimos uma prévia do campeonato de surf que ocorreria no dia seguinte, sentados em uma barraca com bons drinks e tira-gostos. Foi uma ótima experiência considerando que só havíamos assistido surf pela televisão. Já no final da tarde retornamos ao hotel, pois viajaríamos no dia seguinte

Segunda Parada: Saquarema - 17 a 19 de agosto.

Saímos do hotel e fomos para agência da Localiza apanhar o carro, com o qual daríamos prosseguimento à nossa viagem.

Partimos da agência diretamente para a Praia de Saquarema. Tínhamos curiosidade neste local, devido a comentários sobre a beleza das praias e pela sua tradição de esportes como surf e vôlei.

Ficamos hospedados na Pousada Oceânica 1000. Muito bonita, confortável e bem localizada, na praia de Itaúna.

O tempo estava um tanto frio, com vento e sem chuva. Há o lado negativo que é não ser possível entrar no mar, além do frio as ondas estavam muito violentas. E há o lado positivo, podemos caminhar à vontade, sem calor e suor excessivo, como isso era o que mais queríamos fazer, o balanço foi muito positivo. 

Perto da pousada está um dos melhores bar/restaurante de Saquarema, indicação do hotel, o Garota de Itaúna. Não sei se é o melhor, mas com certeza é excelente. Lá tomamos nosso primeiro drink e nossa primeira refeição em Saquarema.

Depois saímos caminhando e após agradáveis 1,2 km estávamos na Passarela da Vila já no centro histórico da cidade. Claro tiramos foto no famoso coração florido. Caminhando mais 1 km chegamos na Igreja de Nazaré. A igreja, que estava fechada, fica no topo de um pequeno morro, oferecendo vários cenários para belas fotos. Voltamos para a pousada, tiramos umas fotos na praia.

Depois de descansar um pouco, saímos à noite de volta ao centro e ficamos em um dos muitos barzinhos com música ao vivo que ocupam a rua em frente Praça do Canhão.

Na manhã seguinte, 18/08 caminhamos pela praia até a Praia da Barrinha, voltamos, relaxamos no hotel e pegamos o carro para conhecer o Mirante Morro da Cruz. Não recomendo, nada para ver.

Caminhamos até o centro para conhecer a Praça da Pedra, essa sim, bem interessante, com várias opções de fotos.

Depois fomos até a rua Virgínia Pessoa, na Praia da Barrinha, escolhemos um dos muitos bares, para beber e comer. Enquanto lá estávamos, olhando de longe reparamos que a igreja parecia aberta. Saímos do restaurante e fomos na Igreja, realmente estava aberta, podemos conhecê-la. 

À noite passamos nossas últimas horas em Saquarema nos bares do centro.

Terceira parada: Arraial do Cabo – 19 a 21 de agosto.

Saímos cedo de Saquarema com destino ao Arraial do Cabo. Devido ao horário fizemos 2 paradas no caminho para tirar algumas fotos, Araruama e São Pedro da Aldeia.

Em Arraial do Cabo ficamos na Pousada Caminho do Sol, maravilhosa. Confortável, bonita e muito bem localizada.

Arraial do Cabo é pequena, sua principal atração é a belíssima Praia Grande, de onde a pousada fica muito próxima.

Nos dias que passamos lá, não choveu, mas ventava terrivelmente. Saímos da Pousada caminhamos até a Praia Grande, o acesso se dá por uma escada, escolhemos um dos muitos bares e restaurantes disponíveis. 

O dia 19 de agosto é o aniversário do Luiz, a pousada tem um dos melhores restaurantes da cidade, o Sol na Cozinha, essa indicação não veio da própria pousada. Decidimos que a comemoração do aniversário seria neste restaurante. Não nos arrependemos, a comida é extraordinária, também os drinks são muito bem preparados.

Além do restaurante a pousada tem um belo bar, onde terminamos a nossa pequena festa.

No dia seguinte, 20 de agosto, fomos explorar os arredores. A Praia Grande, termina em um morro, com acesso por uma trilha, onde restam as ruínas de uma antiga fábrica e um cais de pescadores. Subindo-se o morro é possível avistar muitos cenários para belas fotos. Tivemos a sorte de presenciar, a partir do alto, uma puxada de rede. Bem interessante.

Depois do passeio pelo morro, resolvemos arriscar a bela praia. Bem, a água é gelada, mas isso deu para encarar, tomei banho. O grande problema foi o vento, que se alia à finíssima areia e nos dá um dolorido banho de microscópicas pedrinhas, desistimos, fomos para outro bar na mesma avenida.

O pessoal de lá nos recomendou os meses de novembro e março. Não tem vento nem muita gente. Entre dezembro e fevereiro o local vira um terrível enxame de pessoas.

Quarta parada: Búzios – 21 a 24 de agosto.

Na manhã do dia 21 partimos para Búzios, no caminho paramos em cabo Frio para umas fotos.

A aconchegante e confortável Pousada Canteiros fica bem próxima ao centro e a Orla Bardot da impressionante e agitada cidade de Búzios.

Começamos a conhecer a cidade caminhando pela orla, passando pelas suas pequenas praias. Tiramos, é claro, foto com Brigite Bardot e sua maleta, vimos o interessante Monumento 3 pescadores, passamos pela Praia da Armação e atravessamos o morro até a Praia dos Ossos, voltamos todo o caminho almoçamos uma deliciosa paella no Restaurante Pino.

A noite em Búzios é vibrante, muito agitada e repleta de opções: bares, restaurantes, música e shows. Caminhamos pelas ruelas e paramos em um bar de calçada muito legal, Casa da Bebida. Depois fomos ao The Face, um bar, pelo que entendi relativamente novo, deslumbrantemente decorado e com drinks originais. O tema nesta noite era música caribenha e show de uma dançarina pirotécnica.

No dia seguinte, 22 de agosto fomos caminhando até as praias da Azeda e João Fernades. Tomamos banho de mar e saboreamos drinks na Azeda, muito legal.

A noite deste dia foi especial, fomos ao bar The House of Rock & Roll, um local único, singularmente decorado e uma sensacional  banda. Inesquecível.

No dia 23 fomos conhecer a praia da Ferradura. A caminhada de 2km, que seria impossível no alto verão, foi muito aprazível. A praia é muito gostosa, bonita, pouco vento (acredito que no verão seja quente) e águas tranquilas, não tão frias. Ficamos um bom tempo por lá, mergulhando, tomando drinks e comendo petiscos.

À noite voltamos ao restaurante Pino e comemos uma saborosa pizza. Me disseram para não sair de Búzios sem comer uma pizza, é isso mesmo. A pizza, pelo menos deste restaurante, é imperdível.

Quinta parada: Paraty– 24 a 26 de agosto.

No dia 24, cedo pela manhã, partimos de Búzios para enfrentar 400 km até Paraty. Fomos a Paraty há mais de 30 anos, tínhamos vontade de retornar, estar em viagem de carro sem compromisso com o tempo foi um ótimo incentivo.

Paraty está mudada, claro, muito mais cosmopolita, mas continua maravilhosamente aconchegante, aliás, Pousada Aconchego foi onde ficamos. Muito boa, recomendamos muito.

Chegamos na pousada por volta das 14h00, estávamos com fome, o café da manhã na pousada em Búzios era servido muito tarde e não esperamos. A funcionária da pousada nos indicou o restaurante Margarida Café, ambiente charmoso, uma apresentação de voz e violão muito adequada ao ambiente e uma deliciosa comida.

O melhor programa que há em Paraty é andar pelas suas ruas, foi o que fizemos após o almoço.

À noite fomos ao bar Sarau Paraty. Recomendamos fortemente, nessa noite fomos agraciados com uma banda de chorinho. Aplausos!

Na manhã seguinte, 25 de agosto, caminhamos até o Forte Defensor Perpétuo. Nada podemos dizer sobre o museu, pois estava fechado, mas a caminhada vale a pena, muita vegetação e uma bela vista.

Voltando do forte paramos na Praia do Pontal. Tomamos uns drinks e entramos na água. Almoçamos em um restaurante bem simples que descobrimos por acaso na caminhada até o forte, Costela no Bafo do André, bom e barato!

À noite voltamos ao Sarau Paraty, neste dia o show era MPB. Muito bom.

Sexta parada: Rio de Janeiro – 26 a 28 de agosto.

Na manhã do dia 26, partimos com destino à cidade do Rio de Janeiro, entregamos o carro na locadora e nos instalamos no Mar Palace Copacabana Hotel, gostamos; limpo, confortável e perto de tudo. Almoçamos na tradicional Cantina Donana.

À noite fomos ao bar Pavão Azul encontrar com um amigo, ex-colega de trabalho, Edmilson. Claro, tomamos um bocado de cerveja e comemos petiscos, o bar é muito bom e animado. Uma noite ótima.

No dia seguinte 27, fomos passear no centro, mais especificamente visitar o Cais do Valongo, MUHCAB - Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira, e a Pedra do Sal. Depois fomos para Ipanema comer frango a passarinha no Manoel e Juaquim, como um bom transporte público facilita tudo.

À noite fomos assistir República Lee uma peça com temática política com músicas da Rita Lee. Espetáculo.

Voltamos para o hotel, na manhã do dia 28 pegamos nosso voo para Salvador.

FOTOS NITERÓI

FOTOS SAQUAREMA

FOTOS ARARUAMA E SÃO PEDRO DA ALDEIA

FOTOS ARRAIAL DO CABO

FOTOS CABO FRIO E BÚZIOS

FOTOS PARATY

FOTOS RIO DE JANEIRO


terça-feira, 8 de julho de 2025

VIAGEM SERTÕES

Esta foi uma viagem de oportunidade, um primo marcou casamento no Catimbau para 21/06/2025, fomos convidados e confirmamos presença.

Então surgiu a pergunta: por que apenas Catimbau, por que não um giro? Essa pergunta foi respondida com uma jornada iniciada no dia 17/06/2025, concluída em 03/07/2025 e vários destinos.

Vamos lá.

PIRANHAS

Dia 17/06 - Terça-feira.

Partimos de Salvador às 7h30 do dia 17/06, chegamos à Piranhas exatas 10 horas após. Um percurso com trechos terrivelmente engarrafados, lombadas, trânsito, semáforos, chuva praticamente constante, enfim, tudo que um percurso urbano tem direito. Sugiro escolher um outro caminho. Talvez via Paulo Afonso ou Maceió.

Ficamos na Pousada Porto de Piranhas. Linda, confortável, maravilhosa vista do rio São Francisco.

Noite chuvosa, fomos jantar no restaurante da Madá. Um ambiente muito aconchegante, a casa da Dona Madalena e sua filha, excelentes cozinheiras, gentis e educadas.

Depois do jantar fomos para um dos muitos bares que há no Centro Histórico, rua Antônio Rodrigues, popularmente chamada de Tiradentes. Os bares estavam abertos apesar do zero movimento por vários motivos, não estamos na estação turística, era terça-feira de chuva.

Dia 18/06 - Quarta-feira.

Nesse dia fez sol, fomos de barco até o Espaço Angicos. Nosso barqueiro o Anderson, um rapaz gente boa demais, bom marinheiro que tem um barco muito legal, nos apanhou na praia da nossa pousada (essa é a única pousada, ou hotel, que oferece esta oportunidade) às 8h00, para um percurso de pouco mais de 20 minutos.

O Espaço Angicos oferece restaurante, lazer e um museu abrigado em uma casa de taipa com memórias de lampião e seu bando, vale a pena ser visitado. Partimos para a trilha até a Gruta do Angico, onde ocorreu o massacre de Lampião e seu grupo. Fomos guiados pelo Bruno que, vestido a caráter cangaceiro, nos deu uma excelente aula de resumo da história contada em tantas narrativas diversas.

Por volta das 13h00 estávamos novamente em Piranhas. Andamos pelas ruas fotografando os belos casarios antigos e depois fomos para o bar/ restaurante Barrancas. Vindo aqui, reserve um dinheiro para a pituzada, deliciosa, vale muito a pena, boas cachaças e cerveja gelada. Apenas coma e beba, não compre nada, tudo que lá é oferecido pode ser encontrado em outros pontos comerciais por um melhor preço.

Voltamos à pousada para um bom sono. À noite voltamos aos bares do centro histórico.

Dia 19/06 - Quinta Feira.

Nossa programação para este dia era o passeio nos cânions, para tanto foi necessária uma viagem por terra com nosso carro até a praia da Dulce, no município de Olho D’água do Casado. O Lago fica acima do paredão da represa e não é possível ir até lá direto pelo rio a partir de Piranhas. Fizemos o passeio com a LucasTUR (82987545472), excelente. O passeio começa em um grande barco a motor que nos leva até uma plataforma de mergulho no lago. Nesta plataforma é possível tomar banho no rio, eles oferecem uma espécie de piscina, que na realidade é uma cesta gigante afundada no rio onde tomamos banho protegidos. Muito legal.
Na plataforma pegamos um barco com um pequeno motor que nos leva até uma garganta chamada Gruta do Talhado. Ao adentrar a gruta o motor é desligado e segue-se a remo. Trata-se de um maravilhoso e belíssimo desfiladeiro, não extamente uma gruta, cercado por altas paredes esculpidas pelo tempo e intempéries em várias formas, recortes e cores. Ainda paramos no Restaurante Ecológico Castanho, muito bonito. Um passeio maravilhoso.

Retornamos à Piranhas e almoçamos na passarela em frente ao rio que oferece vários restaurantes com excelente comida.

À noite, voltamos à Tiradentes ficamos no bar O Sertão Vai Virar Mar, tomamos cerveja Cagasso's Kingdom, uma IPA local deliciosa e Zumbi Republic, também IPA, saborisada com café, estranha, mas boa. Também comemos piaba frita servida em uma espécie de pequeno varal. Muito interessante e gostoso.

Nessa noite estava sendo apresentado o show de um excelente trio de forró, destaque especial ao sanfoneiro, Sávio do Acordeon.

Dia 20/06 Sexta - Feira

Cedo subimos até a Igreja Nosso Senhor do Bonfim. É uma igrejinha do século XVIII isolada no alto de um morro cujo acesso é feito por uma escadaria de, conforme sua placa, 250 degraus. De lá temos uma bela vista do rio e da cidade.

Retornamos e fomos de carro até Entremontes, um distrito de Piranhas não muito conhecido, mas bem interessante, vale a pena ser visitado, é dita a capital do bordado, compramos uma peça. Conhecemos a Ana, dona de um lindo restaurante na beira do rio. Não ficamos por lá porque estávamos dirigindo e ainda era cedo. A Ana nos explicou que infelizmente há uma disputa entre Piranhas e Entremontes, de forma que o pessoal de Piranhas dificilmente recomenda Entremontes.
Sugiro que indo à Piranhas alugue o barco para ir até a ilha do Ferro, onde não fomos. No retorno passar em Entremontes e por fim visitar a gruta do Angicos.

Depois do passeio fomos à praia bem próxima ao hotel, em frente à passarela com os restaurantes.  Um banho muito gostoso. Depois fomos almoçar no restaurante Canoa e Tolda que estava nos servindo na praia. Boa comida.

À noite voltamos ao Sertão Vai Virar Mar, neste dia havia uma apresentação de show de Coco.

FOTOS PIRANHAS

CATIMBAU

Dia 21/06 - Sábado

Finalmente partimos de Piranhas com destino ao Catimbau, principal motivo de toda a viagem. Tomamos o roteiro do Google Maps. A indicação do roteiro não foi boa, nos colocou em duas estradas secundárias. A primeira, logo no início, conseguimos evitar por orientação do funcionário de um posto de gasolina que nos orientou a ir por Delmiro Gouveia. Na segunda não tivemos esta sorte caímos em uma estrada que liga as cidades de Ouro Branco em Alagoas à Itaíba em Pernambuco. Encurta muito a quilometragem, mas a estrada é terrível. Melhor é fazer a volta passando por Garanhuns e Arcoverde. O que importa é que chegamos bem a Catimbau por volta das 12h00.

Ficamos hospedados no Ecocamping da Gê. Uma pousada/camping linda demais, a proprietária, Gê de uma simpatia maravilhosa. Nesta mesma pousada ficaram vários primos e amigos convidados para o casamento.

Almoçamos em um restaurante self-service, Sabor do Vale, comida simples e saborosa, depois fomos descansar porque a festa iniciaria às 16h00.

O evento foi numa chácara em frente a um grande paredão do parque ecológico do Catimbau. O pôr do sol se reflete neste paredão com uma iluminação dramática. A festa foi linda. Os noivos, meu primo Michel e sua esposa Thaís são pessoas de uma energia maravilhosa e uma alegria contagiante. Pessoas boas, sem qualquer esforço, simplesmente boas. Vários parentes e amigos estavam no evento, apenas pessoas muito positivas e amadas conseguem atrair tanta gente por tantos quilômetros para seu casamento.

Os dois são também muito criativos, o convite foi em formato de cordel, a foto está no álbum, e a poesia dos votos, lida por uma amiga do casal, foi distribuída para os convidados. A Thaís, uma artista, teve a ideia de desfilar um Boi Néon em cortejo. O Boi, constava de uma cabeça de papel marche em um cabo de vassoura coberto por um lençol branco, decorado com luzes de árvore de natal, tudo isso conduzido pela irmã do noivo igualmente escondida sob o lençol. O cortejo foi acompanhado por todos da festa com música e canto, afinal a expectativa era grande, o Boi foi anunciado várias vezes em grande estilo. Maravilha.

Não sei que horas acabou, mesmo porque não sei que horas saí.

Obrigado, Michel e Thaís. Sejam muito felizes.

Dia 22/06 - Domingo

Bom, findada a festa iniciaram-se os passeios e outros eventos.

Na manhã deste dia, conhecemos o guia que havíamos contratado por whatsapp desde algum tempo, o Ailton

O Ailton é um excelente guia, sempre pontual, paciente e educado. Conhece todos os locais interessantes para visitação, além de descrever com detalhes cada uma das estruturas geológicas que compõem as áreas. Indo a Catimbau, ele é "o cara".

Nos reunimos a outros amigos e parentes, formando um grupo liderado pelo Ailton e fomos conhecer dois pontos turísticos: A Igrejinha, uma formação rochosa só possível de ser descrita por fotos e o Mirante Texas, uma plataforma rochosa muito alta que oferece uma vista deslumbrante do Parque do Catimbau e suas montanhas. Esse nome, Texas, é porque alguém achou parecido com a paisagem de filme de cowboy, francamente não isso que eu vi, mas deixa quieto.

Almoçamos novamente no Sabor do vale e a tarde fomos, apenas Ailton, Lula e eu, para outro mirante, o do Chapadão. Deste local avista-se um espetáculo de pôr do Sol.

Outros amigos nossos, não do grupo do casamento, mas que foram ao Catimbau para o São João, estavam em uma outra pousada e nesta noite fizeram uma festa lá, nos convidaram e fomos.

Dia 23/06 - Segunda - Feira

Pela manhã Ailton, Lula e eu pegamos outra trilha, esta, para o Mirante do Brejo. Trata-se da ponta rochosa de uma montanha, cujo visual tem um ângulo de mais de 180º. De um lado vê-se as montanhas, incluindo o Chapadão, onde estávamos no dia anterior, e de outro, uma imensa planície salpicada de montes. Muito bonito.

Almoçamos na Vila Mara, uma pousada e restaurante muito bonito, tanto as construções quanto o espaço e jardins. Comemos buchada de bode. Deliciosa.

Pela tarde, o mesmo pequeno grupo de 3 pessoas, pegamos a trilha para o Santuário. A mais bela formação rochosa da região. Só as fotos podem falar. 

À noite, não poderia ser diferente já que estávamos na véspera de São João, festa na Vila Mara. São João com banda, muito animado.

Dia 24/06 - Terça-Feira

O mesmo grupinho pela manhã seguimos para a Trilha da Caverna na Serra do Catimbau, onde há também uma pequena cachoeira. Aqui cabe um parêntesis. O guia, Ailton, nos contou que quando criança, e ele só tem 30 anos, ele e outros meninos iam tomar banho e brincar nesta cachoeira. Perguntei: e hoje ainda vem crianças aqui? Ele respondeu: que nada, a gurizada de hoje só quer saber de celular. Lamentável.

No retorno paramos em um sítio onde a família proprietária, planta, colhe, torra, pila e vende o café. O café é pilado com rapadura, o que lhe confere uma sabor muito especial. Compramos 1kg.

Almoçamos escondidinho de charque na Vila Mara, muito bom também, mas a buchada de bode ganhou fácil.

No fim da tarde partimos para um local chamado Comunidade do Serrote Preto. Lá fomos presenteados com uma festa junina como há muito tempo eu não via. Chão de barro, gente do local, gente de fora, quadrilha à moda antiga ensaiada, coco e forró. Além de tudo um bingo onde os 2 prêmios eram 2 bodes. Nunca torci tanto para não ganhar um bingo.

FOTOS DO CATIMBAU

PESQUEIRA

Dia 25/06 - Quarta-Feira 

Pela manhã deixamos o Catimbau. Dois velhos amigos, que haviam ficado em outra pousada e com quem saímos outras noites, juntaram-se a nós para seguintes trechos da viagem. 

A primeira cidade onde paramos foi Pesqueira, além do nosso grupo de 4 amigos, outros novos amigos nos acompanharam até Pesqueira. A parada nesta cidade deveu-se ao interesse de visitar dois castelos modernos lá construídos. O Castelo Dos Torres e o Castelo Santa Helena

O Castelo Dos Torres, é uma construção com várias torres, estátuas, balcões, misturando muitos estilos de arquitetura variando no tempo e espaço. Não dá para dizer o que é aquilo. O que se nota é que o idealizador, e proprietário, tem uma admiração por Antoni Gaudi, não que ele o tenha copiado, mas a admiração me pareceu existir. Dentro do castelo encontram-se várias peças de coleção: móveis, bustos de mármore, vasos chineses e espelhos muito bonitos. As peças parecem meio jogas ao acaso, creio que um curador poderia arrumar tudo aquilo de uma forma mais eficiente e harmônica.

O Castelo Santa Helena é uma obra inacabada, toda em pedra, algumas esquadrinhadas em paralelepípedos, outras brutas. Visitar o castelo limita-se a andar por corredores apertados subindo e descendo escada, da mesma largura. O destaque fica para a igreja também em pedra, dando uma ideia de mosaico em pedras irregulares e paralelepípedos, deixando perceber o fascínio por Gaudi, sem, no entanto, fazer algo que seja parecido com a obra do famoso arquiteto. Neste espaço também se encontra uma mansão. Habitação do proprietário e sua família, a mansão abriga um belo mobiliário. Destaque para adega, monumental, também misturando muita informação (dragões, santos, cavalos, bustos romanos, etc.), mas não se pode negar a grandiosidade, confirmada por uma gigantesca estátua de um leão.

Sendo bem honesto não justifica uma viagem à Pesqueira apenas para conhecê-los, mas estando de passagem vale a pena. 

Almoçamos todo o grupo em um restaurante com boa comida. Comemos costela no bafo. Depois nos separamos, os novos amigos retornaram a Recife e nosso pequeno grupo seguiu para o hotel.

Ainda saímos para jantar, e depois fomos dormir. Ficamos em um hotel de estrada, Hotel Acauã que nos impressionou muito positivamente. Limpo, quartos espaçosos e confortáveis, um excelente café da manhã

FOTOS DE PESQUEIRA

BANANEIRAS

Dia 26/06 - Quarta-Feira

Na manhã seguinte, nosso grupo de 4 amigos partiu de Pesqueira com destino a Bananeiras, cidade da Paraíba, conhecida por suas maravilhosas cachaças e belas casas.

A viagem é longa, 330km, no caminho paramos para almoçar no Bar da Fava na cidade de Esperança. Comida básica e gostosa.

Chegamos a Bananeiras já avançados na tarde, aqueles procedimentos todos de hotel, relaxar um pouco, a noite saímos. Ficamos hospedados na Pousada da Serra, muito boa. Confortável, funcionários gentis, um bom café da manhã.

A cidade é bem interessante, pequena, aproximadamente 25.000 habitantes e com muitas opções de bares e restaurantes.

A praça Epitácio Pessoa, centro da cidade, estava muito bem decorada para o São João. Saindo desta praça há uma rua com nome oficial de Kermit Costa e conhecida como Rua do Beco, oferece várias opções de bares e restaurantes, que operam em uma perfeita harmonia. Senta-se em qualquer mesa e pede-se o que se quer de qualquer estabelecimento. Muito prático e animado.

Bananeiras é famosa pelo seu casario antigo e tombado. Infelizmente não pudemos passear muito pela cidade por causa da instabilidade do tempo.

Dia 27/06 - Sexta-Feira

No dia seguinte contratamos um tour com a Bartus Experiências para visitarmos alguns pontos turísticos. Como tínhamos um único dia optamos por conhecer: Lajedo Preto, Túnel da Viração, Engenho Baixa Verde e o Cruzeiro de Roma. São todos locais bonitos e de fácil acesso, nosso guia foi o Gil, um rapaz gentil, competente e paciente. O serviço turístico nos impressionou muito positivamente

Almoçamos em um belo restaurante, com excelente comida: Casa Fuego Vino Y Parrilla.  Comemos Bife de Ancho, muito bom.

À noite voltamos à rua do Beco. 

FOTOS DE BANANEIRAS

CAMPINA GRANDE

Dia 28/06 - Sábado

Na manhã do dia 28, partimos para Campina Grande, a ideia era pararmos em Areia e passarmos o dia por lá conhecendo a cidade, infelizmente não foi possível por conta da chuva. Olhamos os casarios de dentro do carro, bonitos.

Só nos restou seguir viagem.

Chegamos em Campina Grande cedo, o hotel ainda não estava liberado. Ficamos no Titão Plaza Hotel, único hotel da viagem que não gostamos, um prédio antigo, malconservado, quarto pequeno, banheiro pequeno e sujo. Os pontos positivos são os funcionários, o café da manhã e a localização. O hotel fica bem próximo ao Açude Velho, com bares e restaurantes por perto. 

Saímos a caminhar pelos arredores, bem próximo tem o famoso Bar do Cuscuz. Naquele dia estavam duas bandas tocando fazendo um terrível barulho e ainda pagava para entrar. Não conhecemos, claro.

Seguimos um pouco adiante e entramos no House & Rock, um bar bonito, com uma decoração interessante, com opção de comida self-service. Comida gostosinha e bons drinks. Retornamos ao hotel para descansar um pouco.

À noite fomos ao restaurante La Cucina. Excelente comida italiana, comemos massas deliciosas, acompanhada com vinho. Tudo muito bem cozido e leve. 

29/06 - Domingo

Na manhã seguinte fomos a pé até a Feira Da Prata, um grande mercado popular onde se vende de tudo e oferece uma área para comer e beber no andar de cima. Interessante como todo mercado, para quem gosta. Tomamos cerveja, não comemos, pois já estava se aproximando da hora do almoço, a caminhada foi longa. Saímos e continuamos caminhando até o restaurante Manoel Da Carne Do Sol. Bem frequentado, boa comida, boas cachaças e uma pimenta maravilhosa, tentei comprar depois, mas não encontrei.

À noite fomos ao Na'vi Rooftop. Um restaurante muito bonito, no topo de um edifício, não muito alto, com bons drinks e petiscos saborosos.

FOTOS DE CAMPINA GRANDE

GARANHUNS

Dia 30/06 - Segunda-Feira

Partimos de Campina Grande cedo, por volta das 8h00 tínhamos uma longa viagem de mais de 300km até Garanhuns. No caminho paramos na rodoviária de Caruaru para deixar nossos dois amigos de Recife, de lá pegariam um ônibus para casa.

No caminho entre Campina Grande e Caruaru, BR 104, tem um estabelecimento que junta loja de produtos, artesanato e restaurante, o Recanto Santana no município de Barra de Santana. Passando por lá vale a pena visitar, compramos doces e camisetas. O café é delicioso.

Chegamos a Garanhuns antes do horário previsto, mas o nosso check-in foi liberado. O Garanhuns Palace Hotel é maravilhoso, muito bem localizado, próximo à Praça do Relógio, quarto e banheiro muito bom e limpo, funcionários gentis e educados, café da manhã bom e completo.

Caminhamos pela cidade e paramos no restaurante A Varanda, onde compartilhamos um delicioso filé a parmegiana.

Voltamos para o hotel, descansamos e à noite fomos ao belo e tradicional restaurante O Relojoeiro, comemos uma deliciosa fondue de queijo

01/07 – Terça-Feira

Garanhuns é uma cidade de aproximadamente 135.000 habitantes, com um clima maravilhoso e oferece uma impressionante estrutura de serviços e restaurantes. Ruas limpas, belas praças e parques. Na manhã desse dia fomos caminhando até a avenida santo Antônio onde fica a Catedral, estava fechada. Visitamos o Centro Cultural SESC. Como gostamos muito de mercados populares andamos até o Mercado Central, uma decepção, nada para oferecer.

Visitamos o Mosteiro São Bento, uma construção bem moderna com capelas bem únicas, vale a pena, caminhamos até a antiga estação de trem onde hoje funciona um Centro Cultural, estava fechado.

Voltamos para o hotel. Durante o jantar n’ O Relojoeiro, na noite anterior, conversando com a maitre perguntamos onde poderíamos comer uma boa buchada. Ela nos indicou a Buchada do Gago, um restaurante pequeno e simples, fora da área central, com um atendimento maravilhoso e uma buchada de carneiro perfeita. Cachaças ótimas.

À noite não estávamos com fome, lógico, também estava frio e chuvoso, decidimos nos despedir de Garanhuns tomando vinho no Botequim O Relojoeiro.

FOTOS DE GARANHUNS

PENEDO

Dia 02/07 - Terça-Feira

Partimos de Garanhuns com destino a Penedo em Alagoas. Nos hospedamos no tradicional Hotel São Francisco, um prédio de 1962, em perfeito estado de conservação, quarto e banheiro amplos, limpíssimo, localização única, bem no coração do centro histórico,  em um ponto alto; de formas que da varanda podemos apreciar uma maravilhosa vista da cidade e do Rio São Francisco.

Penedo é uma cidade encantadora, toda parte antiga é tombada, as igrejas são maravilhosas, os casarios, tudo. É um lugar imperdível.

Andamos um pouco pela cidade e fomos almoçar no bar restaurante O Oratório. Fica quase debruçado sobre o rio, mesas largas, ambiente bonito, comida saborosa, bom atendimento, comemos jacaré ao molho de coco, acompanhado por cachaça.

Após, continuamos caminhando para ver e fotografar os casarios, as igrejas e os prédios. Uma coisa boa em Penedo é a valorização do turismo, todas as igrejas e prédios importantes são identificados com uma placa onde se lê um resumo sobre a ponto.

Também vale a pena caminhar à noite, a cidade tem uma impressionante iluminação cênica.

Depois da caminhada noturna retornamos a’ O Oratório. A viagem estava no fim saímos do restaurante para o hotel.

03/08 – Quinta-Feira

No dia seguinte pegamos a balsa das 8h00 com destino à Neópolis, SE e tomamos a estrada para casa.

FOTOS DE PENEDO


quarta-feira, 27 de novembro de 2024

SAMPA NOVEMBRO 2024


São Paulo é, na minha opinião, uma das melhore cidades para ser visitada – no mundo. Oferece uma gama interminável de casas de show, bares de jazz, bares de rock, e bares de todas as músicas além de musicais e teatros. Também museus de vaiados temas. Por isso é um lugar onde gosto de ir com meu esposo pelo menos uma vez no ano.

Este ano, 2024, escolhemos duas semanas entre os dias 01 e 15 de novembro.

Chegamos em São Paulo no dia 01/11. Às 15h00 estávamos no hotel. Como não tínhamos almoçado, estávamos com fome e fizemos a nossa primeira extravagância gastronômica indo a Cantina do Piero1, recomendamos muitíssimo. São tantas coisas pra fazer que no primeiro dia já tínhamos reserva, à noite, no All of Jazz2, um dos mais antigos e icônicos bares de jazz de Sampa localizado no Itaim Bibi. Assistimos ao maravilhoso show do Michel Freidenson Trio3.

Cantina do Pietro

All of Jazz

All of Jazz

Sábado 02/11, fomos andar pela cidade, paramos no Bar Brahma4, ponto obrigatório para mim. Escolhemos a varanda com show de MPB ao vivo. Bebemos chopp escuro, uma marca de Sampa. À noite fomos conhecer um bar de show de transformistas e gogo boys, muito divertido – Bar QUEEN5. Recomendamos para quem goste do tema. Quem não gosta nem olhe o site.

Bar Brahma

Bar Queen

Domingo 03/11 foi um dia especial, fomos almoçar com nossos sobrinhos no Mercado Municipal de São Paulo – Mercadão6. Essa é outra visita obrigatória quando visito a cidade, sempre comemos por lá e sempre compramos algumas coisas, não tem jeito. À noite fomos a um bar de rock perto do hotel o Boteco Boa Praça7, bonito, alegre e boa música.

Mercadão

Bar Boa Praça

Segunda-feira 4/11, acordamos tarde, fomos mais uma vez caminhar pela cidade e almoçamos no restaurante/bar Salve Jorge8, um ambiente interessantíssimo com uma decoração muito criativa e especial. À noite estava meio chuvosa e fomos a um restaurante grego, Athenas9, na rua Augusta. Próximo ao hotel.

Bar Salve Jorge

Bar Salve Jorge

Athenas - Mussaca

Sim, não falamos no hotel. Nos hospedamos no The Landmark Residence Flat10. Um flat, com apartamentos não padronizados, cujas qualidades variam. O primeiro apartamento que ficamos não nos agradou muito especialmente pelo blecaute deficiente. A localização é perfeita, na alameda Jaú 1606, pessoal atencioso e educado, boa limpeza. Na segunda estadia (depois falaremos porque dois períodos) o apartamento era bem melhor.

Terça-feira 05/11 fomos ao Museu do Ipiranga11, por incrível que possa parecer foi a primeira vez que o visitei, foi reformado, está lindo, vale muito uma visita. Compramos o bilhete pela internet e fomos de metrô/ônibus. O jardim também está lindo. Neste dia também fomos ao bairro da liberdade e almoçamos em um típico restaurante japonês. Creio que é bom pois estava cheio de japoneses.

Museu do Ipiranga

Museu do Ipiranga

Restaurante Japonês - Liberdade

Quarta-feira 06/11 fomos ao museu da Língua Portuguesa12. O visitei antes do incêndio, renasceu ainda melhor. Fomos ainda na Pinacoteca25 e almoçamos no centro de São Paulo, em um bar tipo “cara de São Paulo” atrás da Catedral da Sé, Bar e Lanchonete Oba-Oba24,comemos feijoada e tomamos cachaça. À noite fomos ao bar de jazz Blue Note13. Um ambiente muito agradável, surpreendentemente não tão caro como muitos locais em São Paulo. Assistimos o show de Marcelo Mariano com sua banda e a participação do irmão Paulo Mariano. O Blue Note é um lugar que definitivamente vale a pena conhecer, bem na esquina da Paulista com Augusta.

Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa

Feijoada e cachaça no Oba Oba

Blue Note

Quinta-feira 07/11. Conhecemos um restaurante tailandês bem próximo ao hotel, Thaitai Brasil14. Ambiente lindo, atendimento de primeira e comida deliciosa. À noite fomos assistir o musical Elvis. Excelente, muito bem interpretado.

Musical - Elvis

Sexta-feira 08/11 fomos para a cidade de São Roque, saímos de São Paulo às 12h30 e 14h30 estávamos no hotel. Não é longe, mas estava chovendo e o trânsito estava péssimo. Fomos de metrô até a rodoviária da Barra Funda, se tivéssemos escolhido UBER ou táxi teríamos perdido o ônibus. Ficamos no excelente Hotel Cordialle15. Lindo, confortável e muito bem localizado. Almoçamos no restaurante do hotel, muito boa comida.

A cidade de São Roque é impressionante. Tem uma vida noturna agitada, na noite deste dia fomos a um bar chamado Pasteleiro, nada de excepcional, mas tinha uma boa banda de samba e muita gente, animado.

Sábado 09/11 fomos conhecer o turismo. O ponto alto cidade são as suas vinculas que se estendem ao longo da Rota dos Vinhos. Alugamos um taxi e fomos fazer o roteiro. O motorista, Sr. Giba, a quem recomendo bastante (celular - 11 97442-5565), além de ser muito educado e profissional tem um excelente relacionamento com os profissionais das vinícolas e restaurantes, conseguimos almoçar onde queríamos sem a necessidade de reservas.

Rota dos Vinhos

Rota dos Vinhos

Tasca da Bairrada - visão da varanda

Tasca da Bairrada

Saímos do hotel por volta das 11h00 e retornamos no fim da tarde. Conhecemos várias vinícolas, as que mais nos impressionaram foram Dom Patto16 e Quinta do Olivardo17, onde almoçamos em um de seus restaurantes, Tasca Bairrada.

À noite conhecemos o bar Clube Come Together18. Impressionante um bar com tais características em uma cidade de interior com 100 mil habitantes, parece um típico pub londrino, me lembrou muito o Gordon's Wine Bar, onde fui há muitos anos. Muita gente animada, show de música ao vivo muito bom, boas cervejas, bons drinks e um excelente custo-benefício. Indo a São Roque esse local é mandatório. Chegamos no hotel perto as 2h00 na madrugada do domingo, e melhor, caminhando. A cidade é absolutamente segura.

Clube Come Together

Clube Come Together

Domingo 10/11 acordamos tarde, passeamos pela cidade e contratamos o Sr. Giba para nos levar a um restaurante especializado em costela dentro da vinícola Frank. Estava gostosa, mas já comi costelas melhores, faltou um pouco de gordura, fundamental para conferir maciez e umidade à carne. A noite aonde fomos? Voltamos ao Clube Come Together.

São Roque

São Roque

Restaurante Vinícola Frank

Segunda-feira 11/11 voltamos para São Paulo, aqui está a explicação prometida para duas estadias no The Landmark Residence Flat, almoçamos em um restaurante na rua Augusta, Que Pasa?19 Descansamos e à noite fomos assistir o musical Martinho Coração de Rei, magnífico espetáculo.

Musical - Martinho

Terça-feira 12/11 fomos matar as saudades do MASP, passamos toda a manhã por lá. Saímos atravessamos o Parque Trianon, já perto do hotel tomamos um chopp no Maria Augusta RestoBar20,onde aprendemos uma interessante curiosidade que desconhecíamos completamente. O nome da atual rua Augusta originalmente era rua Maria Augusta, homenagem a uma mulher que ninguém lembra mais quem foi.

MASP

Trianon

Maria Augusta

Para almoçar, voltamos a Cantina do Piero onde comemos uma deliciosa perna de cabrito.

À noite retornamos ao bar Boa Praça.

Quarta-feira 13/11 fomos conhecer a mostra Billy Wilder no Museu da Imagem e do Som. Almoçamos no Maria Augusta RestoBar, onde comi uma deliciosa pancetta. À noite fomos fazer o que faltava em São Paulo, comer uma pizza, fomos na Pizzaria Ângelo23 na Mooca, deliciosa, mas grande demais. Para digeri-la terminamos a noite tomando um conhaque no Pappagallo Cucina21, um bar muito bonito próximo ao hotel.

MIS - Billy Wilder

MIS - Billy Wilder

Pizzaria Ângelo

Pappagallo Cucina

Pappagallo Cucina

Quinta-feira 14/11, almoçamos no El Huarique - Cocina Peruana22. Comemos ceviche, dois tipos de risoto de frutos de mar deliciosos e tomamos Pisco Sour, muito bem preparado. À noite fomos assistir a mais um musical, Hairspray – fabuloso, o melhor de todos. Para terminar a última noite, voltamos ao divertido Bar Queen.

El Huarique - Cocina Peruan

El Huarique - Cocina Peruan

Hairspray

Sexta-feira, dia de voltar para casa, saímos do hotel às 13h00 e fomos para o aeroporto, nosso voo era as 16h30.

São Paulo é isso: música, museus, shows, teatro, musicais, comida. Aproveitamos um pouco de cada coisa. Valeu muito a pena.